Pecuarista aumenta taxa de prenhez do rebanho leiteiro com monitoramento das vacas Pecuarista aumenta taxa de prenhez do rebanho leiteiro com monitoramento das vacas : Allflex Brasil

Pecuarista aumenta taxa de prenhez do rebanho leiteiro com monitoramento das vacas

Presente na família Tinoco há quatro gerações, a Fazenda Campo Alegre, localizada na cidade mineira de Patrocínio, teve um salto em seus índices de reprodução e sanidade após oito meses de utilização da solução de monitoramento SenseHub® da Allflex, marca da MSD Saúde Animal Intelligence. Com 300 vacas em lactação, a opção inicial foi monitorar metade do rebanho com colares, principalmente no período de transição.

Pecuarista aumenta taxa de prenhez do rebanho leiteiro com monitoramento das vacas

Presente na família Tinoco há quatro gerações, a Fazenda Campo Alegre, localizada na cidade mineira de Patrocínio, teve um salto em seus índices de reprodução e sanidade após oito meses de utilização da solução de monitoramento SenseHub® da Allflex, marca da MSD Saúde Animal Intelligence. Com 300 vacas em lactação, a opção inicial foi monitorar metade do rebanho com colares, principalmente no período de transição.

Luciano Nunes Guimarães Tinoco é médico-veterinário e hoje é o responsável pelo negócio, que começou com um projeto de leite em 1989. Na época, a produção gerenciada pelo avô era em torno de 50 litros de leite por dia e, desde então esse número vem subindo. “No ano passado chegamos a 10 mil litros/dia, mas a intenção, no futuro, é ultrapassar os 20 mil litros/dia”, almeja.

Como o estresse térmico é um dos fatores que impactam na produção de leite, há uma preocupação constante em relação a esse aspecto na propriedade. “Trabalhamos fortemente em cima da aspersão e da ventilação para os animais, o que ajudou a melhorar os nossos índices de produção e também de reprodução. Antes dos colares, as avaliações de temperatura eram feitas com termômetro intravaginal e hoje o monitoramento consegue nos dar essa informação diariamente”, comenta Tinoco.

Saúde e reprodução

Ele conta que os índices reprodutivos da fazenda sempre foram “travados” e que, por mais que investissem em melhorias, não evoluíam. “Quando buscamos informação para reverter esse quadro, surgiu o colar de monitoramento da Allflex. Esse foi o nosso principal foco com a aquisição da tecnologia: a reprodução e saúde”, detalha.

Foi a partir desse trabalho que conseguiram melhorar a taxa de serviço de 50% para cerca de 70%. Tinoco explica que após cinco dias a partir da colocação dos colares de monitoramento, já foi possível identificar os primeiros cios e com 30 dias já se notava que a reprodução tinha melhorado. “Além disso, gostei muito do fato da tecnologia de monitoramento dar a hora certa de inseminar o animal. Assim a equipe já chega para trabalhar sabendo qual vaca tem que ser inseminada e quando deve que ser feita a inseminação”, comemora Tinoco.

No ano passado, a taxa de serviço da fazenda fechou em 55%, a taxa de concepção entre 25 e 28% e a taxa de prenhez de 14%. Com a utilização dos colares, de janeiro deste ano até agora, os índices já chegaram a 73% de taxa de serviço, a concepção saltou para 38% e a taxa de prenhez praticamente dobrou para 26%, com períodos de até 30% de prenhez.

A estratégia utilizada no rebanho é fazer o monitoramento a partir de 30 dias antes do parto, pensando na fase que é uma das mais críticas do animal, e até 30 dias após. “Com os colares estamos pegando muita cetose subclínica, e até mastite em animal recém-parido. É possível enxergar de maneira mais rápida qual animal está doente e, da mesma forma, medicá-lo com mais agilidade, o que resulta também numa recuperação mais acelerada”, detalha. 

Para o médico-veterinário que atende a fazenda, Gabriel Caixeta, o colar de monitoramento trouxe uma ferramenta de diagnóstico ativo, que a todo momento traz dados e identifica principalmente as doenças do período de transição da fazenda. “Costumo falar que não adianta querer trabalhar com sanidade e esperar que a vaca nos conte quando ela adoece. O interessante é identificar o quanto antes a vaca doente e que precisa de intervenção, e o colar faz isso de forma contínua”.

“Acompanho o monitoramento pelo computador e tenho o aplicativo no telefone. Além de mim, um funcionário que é responsável pela sanidade também tem acesso ao aplicativo. A grande vantagem é que se trata de um aplicativo muito simples. Você não precisa preencher nada porque ele tem integração com o sistema de gestão e toda a informação lançada vai automaticamente para o colar. Então só precisamos ver o brinco de identificação e a hora de inseminar”, finaliza Tinoco.

Para assistir o vídeo completo da Fazenda Campo Alegre, acesse o Instagram da Allflex https://tinyurl.com/fazcampoalegre

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